A página "Tecnicamente falando" está pronta.
Fiquem a vontade para compartilhar mais informações sobre essa postura.
Brigada Verinha e Alice que foram minhas modelos.
Só pra informação: elas praticam a 3 e 2 anos respectivamente e há um ano atrás seria impossível realizar essa sessão de fotos.
Tudo tem seu tempo...
Namastê!
sábado, agosto 21
sexta-feira, agosto 20
Programão pro fim de semana
Esse fim de semana o Parque Ibirapuera faz aniversário e traz uma super programação.
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/parques/programacao/index.php?p=14062
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/parques/programacao/index.php?p=14062
quinta-feira, agosto 19
Urdhva dhanurasana
Os nomes das posturas em sânscritos são realmente uns palavrões com direito a nome, sobrenome e apelido.
Imaginem vocês que urdhva dhanurasana é a tão famosa e conhecida "ponte".
Só que em Iyengar Yoga nós a chamamos de "arco virado pra cima", pois urdhva=pra cima, dhanu=arco e asana=postura.
Urdhva dhanurasana é aquele tipo de postura que você ou ama ou odeia. É muito difícil o meio termo.
Isso porque quem faz, faz com a maior naturalidade do mundo, sem esforço, sem estresse. E quem não faz, não faz mesmo, nem com reza braba. Rsrsrs
Brincadeira, com muuuita reza até que sai.
Em se tratando de Iyengar Yoga, nenhuma postura é impossível, isso é fato.
A grande questão é que certas posturas tem alguns segredinhos, que fazem toda a diferença, até mesmo para aqueles que a fazem com tranqüilidade.
No caso de urdhva dhanurasana, que é considerada a primeira retroflexão avançada, temos que ter o cuidado para não torná-la lesiva e aí a técnica é fundamental.
Por isso, no link “Sinto... logo escrevo” estou criando a página “Tecnicamente falando” que trará muitas informações sobre esse asana bem como as várias possibilidades de praticá-lo, afinal yoga é para todos.
Imaginem vocês que urdhva dhanurasana é a tão famosa e conhecida "ponte".
Só que em Iyengar Yoga nós a chamamos de "arco virado pra cima", pois urdhva=pra cima, dhanu=arco e asana=postura.
Urdhva dhanurasana é aquele tipo de postura que você ou ama ou odeia. É muito difícil o meio termo.
Isso porque quem faz, faz com a maior naturalidade do mundo, sem esforço, sem estresse. E quem não faz, não faz mesmo, nem com reza braba. Rsrsrs
Brincadeira, com muuuita reza até que sai.
Em se tratando de Iyengar Yoga, nenhuma postura é impossível, isso é fato.
A grande questão é que certas posturas tem alguns segredinhos, que fazem toda a diferença, até mesmo para aqueles que a fazem com tranqüilidade.
No caso de urdhva dhanurasana, que é considerada a primeira retroflexão avançada, temos que ter o cuidado para não torná-la lesiva e aí a técnica é fundamental.
Por isso, no link “Sinto... logo escrevo” estou criando a página “Tecnicamente falando” que trará muitas informações sobre esse asana bem como as várias possibilidades de praticá-lo, afinal yoga é para todos.
terça-feira, agosto 17
Ilusão
Na filosofia iogue “maya” significa véu de ilusão, ou seja, aquilo que encobre a verdade.
A verdade segundo consta, é que nós não somos o que pensamos ser e este mundo não é real.
Eu não seria tão radical assim na interpretação dessa “verdade”.
Acho que somos mais do que pensamos ser e em relação ao mundo, quem dera ele não ser real, quem dera no mundo real as pessoas terem mais respeito a vida.
Mas, o mundo é esse mesmo... refletindo todo o nosso poder de criação e destruição.
Refletindo nossa luz e nossa escuridão.
Há os que acreditam que em essência somos apenas luz.
Eu não sei disso não...
E agora pra se juntar ao montante de filmes de ficção que tem esse contexto “Matrix”, temos aí “A origem” com o Leonardo Dicaprio.
E reparem uma coisa: todas essas interpretações são feitas pelo nosso misterioso e poderoso subconsciente.
A verdade segundo consta, é que nós não somos o que pensamos ser e este mundo não é real.
Eu não seria tão radical assim na interpretação dessa “verdade”.
Acho que somos mais do que pensamos ser e em relação ao mundo, quem dera ele não ser real, quem dera no mundo real as pessoas terem mais respeito a vida.
Mas, o mundo é esse mesmo... refletindo todo o nosso poder de criação e destruição.
Refletindo nossa luz e nossa escuridão.
Há os que acreditam que em essência somos apenas luz.
Eu não sei disso não...
E agora pra se juntar ao montante de filmes de ficção que tem esse contexto “Matrix”, temos aí “A origem” com o Leonardo Dicaprio.
E reparem uma coisa: todas essas interpretações são feitas pelo nosso misterioso e poderoso subconsciente.
terça-feira, agosto 10
Yoga pela paz - programação
Nesse fim de semana tem o Yoga pela Paz, o maior evento de yoga do Brasil.
Tirando o Congresso de Yoga e Ayurveda, todo o resto é gratuito.
Na sexta tem aulas na Cia. Athletica do Brooklin, no sábado tem aulas no Sesc Pompéia (já estão todas lotadas) e no domingo tem aula, palestra e show no Parque Ibirapuera pela manhã.
Eu adoro esses eventos, a gente encontra todo mundo, todas as "tribos" do yoga.
http://www.yogapelapaz.com.br/agenda/saopaulo.html
Tirando o Congresso de Yoga e Ayurveda, todo o resto é gratuito.
Na sexta tem aulas na Cia. Athletica do Brooklin, no sábado tem aulas no Sesc Pompéia (já estão todas lotadas) e no domingo tem aula, palestra e show no Parque Ibirapuera pela manhã.
Eu adoro esses eventos, a gente encontra todo mundo, todas as "tribos" do yoga.
http://www.yogapelapaz.com.br/agenda/saopaulo.html
sexta-feira, julho 30
Medos e músicas
Uma coisa difícil de fazer é admitir nossos medos.
Eu, por exemplo, tenho um medo enorme e absurdo de água que “não dá pé”.
Se meu pé toca no fundo da piscina ou do mar eu posso ficar o dia inteiro dentro da água, do contrário não molho nem o dedão.
É uma sensação estranha de fragilidade e pequenice.
E outro dia, ouvindo uma música que eu adoro, que fala justamente sobre a fragilidade humana, me dei conta de uma parte da letra que tem uma metáfora muito familiar:
“...Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu
Calma...”
Imaginem a minha interpretação sobre “não damos pé entre tanto big bang”...
E aproveitando o gancho, tem outra música super conhecida que tem um trecho muito familiar também:
“Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...”
Sorte de quem consegue seguir no ritmo de uma valsa, indo na contramão de todo o resto do mundo que tá mais pra um quickstep.
Segue as lindas canções:
Zélia Duncan e Simone: http://www.youtube.com/watch?v=qnNCjtvAe7c
Lenine: http://www.youtube.com/watch?v=sXmWAOIWg3w
Eu, por exemplo, tenho um medo enorme e absurdo de água que “não dá pé”.
Se meu pé toca no fundo da piscina ou do mar eu posso ficar o dia inteiro dentro da água, do contrário não molho nem o dedão.
É uma sensação estranha de fragilidade e pequenice.
E outro dia, ouvindo uma música que eu adoro, que fala justamente sobre a fragilidade humana, me dei conta de uma parte da letra que tem uma metáfora muito familiar:
“...Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu
Calma...”
Imaginem a minha interpretação sobre “não damos pé entre tanto big bang”...
E aproveitando o gancho, tem outra música super conhecida que tem um trecho muito familiar também:
“Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...”
Sorte de quem consegue seguir no ritmo de uma valsa, indo na contramão de todo o resto do mundo que tá mais pra um quickstep.
Segue as lindas canções:
Zélia Duncan e Simone: http://www.youtube.com/watch?v=qnNCjtvAe7c
Lenine: http://www.youtube.com/watch?v=sXmWAOIWg3w
terça-feira, julho 27
Livro que vira filme
Achei na locadora o DVD de “O mundo de Sofia”, um dos meus livros preferidos.
Óbvio que não pensei duas vezes em pegá-lo, mesmo ficando desconfiada
Porque vocês sabem né, filmes nunca são tão emocionantes quanto os livros nos quais são baseados.
Ah! E sempre falta alguma coisa.
Bom, talvez a Bibica (minha prima) discorde de mim, porque ela leu o “Marley” e quando assistiu ao filme chorou tudo de novo. Rsrsrs
O problema do “O mundo de Sofia” é que não é um filme, é uma mini série com um formato beeeeem teen.
No começo foi difícil, deu vontade de devolver sem ver, de acelerar pra frente, essas coisas. Mas, quando começa a história da filosofia tudo fica tão envolvente e curioso que a gente acaba pagando pra ver.
Falando em livro que vira filme, “As crônicas de Nárnia” foi uma adaptação que eu gostei bastante. Eu li esse livro quando tinha uns 10 anos e mesmo assistindo ao filme com 30 e poucos, ainda senti uma certa magia.
“O caçador de pipas” é um livro maravilhoso, mas o filme deixou um pouco a desejar.
“O código da Vinci” eu não gostei daquela atriz, mas tiveram outros personagens que foram iguaizinhos eu imaginei.
Agora tô esperando para ver o “Rezar, comer e amar”. Não achei o livro grandes coisas.
Só quero saber quem vai fazer o papel do brasileiro que aparece no final do livro.
Tem que ser alguém do tipo “latin lover”, senão não vai ter graça.
Óbvio que não pensei duas vezes em pegá-lo, mesmo ficando desconfiada
Porque vocês sabem né, filmes nunca são tão emocionantes quanto os livros nos quais são baseados.
Ah! E sempre falta alguma coisa.
Bom, talvez a Bibica (minha prima) discorde de mim, porque ela leu o “Marley” e quando assistiu ao filme chorou tudo de novo. Rsrsrs
O problema do “O mundo de Sofia” é que não é um filme, é uma mini série com um formato beeeeem teen.
No começo foi difícil, deu vontade de devolver sem ver, de acelerar pra frente, essas coisas. Mas, quando começa a história da filosofia tudo fica tão envolvente e curioso que a gente acaba pagando pra ver.
Falando em livro que vira filme, “As crônicas de Nárnia” foi uma adaptação que eu gostei bastante. Eu li esse livro quando tinha uns 10 anos e mesmo assistindo ao filme com 30 e poucos, ainda senti uma certa magia.
“O caçador de pipas” é um livro maravilhoso, mas o filme deixou um pouco a desejar.
“O código da Vinci” eu não gostei daquela atriz, mas tiveram outros personagens que foram iguaizinhos eu imaginei.
Agora tô esperando para ver o “Rezar, comer e amar”. Não achei o livro grandes coisas.
Só quero saber quem vai fazer o papel do brasileiro que aparece no final do livro.
Tem que ser alguém do tipo “latin lover”, senão não vai ter graça.
quarta-feira, julho 21
Almas a venda
Pois é... esse é o título de um filme pra lá de existencial que tá nas telinhas dos cinemas.
Se você tem alguma dúvida sobre o que é a alma, se ela pode ser separada do corpo etc, vai continuar tendo.
O filme não explica nada disso, mas traz umas reflexões que valem a pena.
Não tem nada a ver com aquele papo de "vender a alma ao diabo". Nem se preocupe!
Por ser uma comédia, pode até parecer despretensioso, mas isso vai da interpretação de cada um.
Pela visão yogue nós temos cinco corpos (koshas) e a "alma" se encontra no último deles, o mais profundo que se chama anandamaya kosha ou corpo espiritual. Essa divisão é didática, porque na verdade eles são inseparáveis.
Pela visão budista, não existe o conceito "alma", mas existe as funções espirituais*.
De qualquer forma, o que ficou pra mim desse filme é uma coisa que o budismo fala muito: as relações humanas.
No fundo, é a partir delas que somos o que somos. É a partir delas que surgem nossos sofrimentos e é nelas que encontramos a razão de viver ou infelizmente pra alguns, de morrer.
* o budismo considera que toda entidade viva possui funções fisicas e espirituais. As funções espirituais são: percepção (recebe estímulos do mundo exterior), concepção (cria as idéias mentais do que foi percebido), volição (cria ação com base na concepção) e consciência (integra as anteriores).
Se você tem alguma dúvida sobre o que é a alma, se ela pode ser separada do corpo etc, vai continuar tendo.
O filme não explica nada disso, mas traz umas reflexões que valem a pena.
Não tem nada a ver com aquele papo de "vender a alma ao diabo". Nem se preocupe!
Por ser uma comédia, pode até parecer despretensioso, mas isso vai da interpretação de cada um.
Pela visão yogue nós temos cinco corpos (koshas) e a "alma" se encontra no último deles, o mais profundo que se chama anandamaya kosha ou corpo espiritual. Essa divisão é didática, porque na verdade eles são inseparáveis.
Pela visão budista, não existe o conceito "alma", mas existe as funções espirituais*.
De qualquer forma, o que ficou pra mim desse filme é uma coisa que o budismo fala muito: as relações humanas.
No fundo, é a partir delas que somos o que somos. É a partir delas que surgem nossos sofrimentos e é nelas que encontramos a razão de viver ou infelizmente pra alguns, de morrer.
* o budismo considera que toda entidade viva possui funções fisicas e espirituais. As funções espirituais são: percepção (recebe estímulos do mundo exterior), concepção (cria as idéias mentais do que foi percebido), volição (cria ação com base na concepção) e consciência (integra as anteriores).
Assinar:
Postagens (Atom)
