quarta-feira, agosto 1
quarta-feira, junho 27
Livro novo saindo do forno...
Hoje foi o lançamento do livro "Posturas restauradoras de yoga" do meu querido professor Sandro Bosco.
Óbvio que nem li o livro ainda, mas já dei uma boa folheada e posso dizer que é um livro para qualquer tipo de leitor, seja praticante ou não, iniciante ou avançado.
Numa linguagem bem fácil, praticamente um diálogo entre professor e aluno, o autor conta tudo sobre sua prática e a importância da yoga na sua vida.
Isso é bem legal, pois nos aproxima muito dele, assim como as histórias que são contadas.
Recordei de algumas que já tinha ouvido nas aulas, nos retiros e na formação.
Não posso deixar de citar uma das minhas preferidas encontrada logo no início do livro, no capítulo intitulado "Curar ou melhorar?":
"Ramakrishna, que viveu no século XIX, nos traz uma parábola simples e muito ilustrativa sobre esse tipo de conformismo.
Era uma vez uma rã que vivia num poço. Certo dia, outra rã vinda do oceano, caiu nesse poço.
- De onde você vem? perguntou a rã do poço.
- Venho do oceano! Que lugar é este? - respondeu a rã do oceano.
- Como assim? Este é meu poço, onde vivo e tenho tudo de que preciso. - falou indignada a primeira.
- Mas aqui é muito apertado! Você não tem vontade de conhecer o mundo, os rios, o oceano? - retrucou a outra.
- Que rios? Que oceano? São maiores que meu poço? - quis saber a rã do poço.
- Claro que sim! Muito maiores! - respondeu a visitante, surpresa.
- Saia daqui, sua louca e mentirosa e me deixe em paz! Não existe nada maior do que meu poço! - finalizou a conversa."
Óbvio que nem li o livro ainda, mas já dei uma boa folheada e posso dizer que é um livro para qualquer tipo de leitor, seja praticante ou não, iniciante ou avançado.
Numa linguagem bem fácil, praticamente um diálogo entre professor e aluno, o autor conta tudo sobre sua prática e a importância da yoga na sua vida.
Isso é bem legal, pois nos aproxima muito dele, assim como as histórias que são contadas.
Recordei de algumas que já tinha ouvido nas aulas, nos retiros e na formação.
Não posso deixar de citar uma das minhas preferidas encontrada logo no início do livro, no capítulo intitulado "Curar ou melhorar?":
"Ramakrishna, que viveu no século XIX, nos traz uma parábola simples e muito ilustrativa sobre esse tipo de conformismo.
Era uma vez uma rã que vivia num poço. Certo dia, outra rã vinda do oceano, caiu nesse poço.
- De onde você vem? perguntou a rã do poço.
- Venho do oceano! Que lugar é este? - respondeu a rã do oceano.
- Como assim? Este é meu poço, onde vivo e tenho tudo de que preciso. - falou indignada a primeira.
- Mas aqui é muito apertado! Você não tem vontade de conhecer o mundo, os rios, o oceano? - retrucou a outra.
- Que rios? Que oceano? São maiores que meu poço? - quis saber a rã do poço.
- Claro que sim! Muito maiores! - respondeu a visitante, surpresa.
- Saia daqui, sua louca e mentirosa e me deixe em paz! Não existe nada maior do que meu poço! - finalizou a conversa."
| momento tiete |
quarta-feira, junho 20
Samadhi-meditação
Relendo pela décima vez a “A árvore do ioga”.
Nossa!!! As palavras vão ganhando outro significado e compreensão enquanto a
gente vai amadurecendo.
Eu não me lembrava de ter lido nada disso, mas tava tudo
grifado no livro... tudo gravado no meu subconsciente para ser vivenciado e
experienciado nesses anos de prática.
No capítulo sobre samadhi, Iyengar diz:“Vocês podem meditar sentados num canto, esvaziando a mente naquele tipo de vazio que vem também com o sono. Não pratico essa meditação. Eu medito, não sentado num canto, mas em todos os movimentos de minha vida, em todas as posições que realizo, em cada asana.”
“Submetam as palavras
ao teste de suas experiências. Não se deixem arrastar pelas minhas palavras ou
pelas de qualquer outra pessoa. Trabalhando e praticando, banhem-se com cada
palavra. Vivenciem! Fiquem com as vivências! Descubram! Vocês desenvolvem sua
inteligência inata polindo os pensamentos com as experiências e essa
originalidade é meditação. Usar as palavras de outra pessoa para dizer que está
fazendo ioga é o que chamo de cópia. É uma inteligência emprestada. Esta não
pode se tornar meditação.”
| meditando em cada asana |
quarta-feira, maio 30
Virada sustentável
Super movimentação na comunidade iogue.
Confira: http://www.viradasustentavel.com/site/
Confira: http://www.viradasustentavel.com/site/
quarta-feira, maio 23
Grande mestra
O workshop com Swati Chanchani foi maravilhoso, simples, coerente e muito filosófico.
A filosofia foi regada a estórias, inclusive, ela se revelou uma contadora de estórias encantadora.
Algumas dessas estórias a gente pode ler no livro "Ioga para crianças", que ela e o marido Rajiv Chanchani escreveram.
Mas, ouvir pessoalmente é outra coisa. Ela é muito apaixonada e tem muito orgulho de suas raízes.
A prática de asanas foi bem tranquila e profunda.
Sabe aqueles professores que ensinam somente um detalhe, mas é aquele detalhe? Swati é assim.
Ela trabalha em cima de uma única ação, mas essa ação é base para vários asanas e "famílias" de asanas.
Logo, se você entendeu isso, você entendeu tudo!
"Os asanas servem para nos preparar para o pranayama e para a meditação".
Ela repetia essa frase o tempo todo e fazia questão de mostrar: "Tá vendo esse peito? Esse asana tá ensinando o peito que eu tenho que ter para fazer pranayama."
A gente fez pouco pranayama durante o curso, mas deu pra entender o recado.
Uma coisa interessante que ela comentou foi que nunca gostou de usar os props e que agora o Iyengar diz que só é pra usar os acessórios quem realmente precisa.
Talvez, seja por isso (penso eu), que ela utilize os materiais de uma forma completamente terapêutica.
Veja esse virabhadrasana III por exemplo. Diferentemente da postura oficial, dá pra dormir assim.
A filosofia foi regada a estórias, inclusive, ela se revelou uma contadora de estórias encantadora.
Algumas dessas estórias a gente pode ler no livro "Ioga para crianças", que ela e o marido Rajiv Chanchani escreveram.
Mas, ouvir pessoalmente é outra coisa. Ela é muito apaixonada e tem muito orgulho de suas raízes.
A prática de asanas foi bem tranquila e profunda.
Sabe aqueles professores que ensinam somente um detalhe, mas é aquele detalhe? Swati é assim.
Ela trabalha em cima de uma única ação, mas essa ação é base para vários asanas e "famílias" de asanas.
Logo, se você entendeu isso, você entendeu tudo!
"Os asanas servem para nos preparar para o pranayama e para a meditação".
Ela repetia essa frase o tempo todo e fazia questão de mostrar: "Tá vendo esse peito? Esse asana tá ensinando o peito que eu tenho que ter para fazer pranayama."
A gente fez pouco pranayama durante o curso, mas deu pra entender o recado.
Uma coisa interessante que ela comentou foi que nunca gostou de usar os props e que agora o Iyengar diz que só é pra usar os acessórios quem realmente precisa.
Talvez, seja por isso (penso eu), que ela utilize os materiais de uma forma completamente terapêutica.
Veja esse virabhadrasana III por exemplo. Diferentemente da postura oficial, dá pra dormir assim.
| vira 3 |
| a galera do fim de semana |
quinta-feira, maio 3
Tempo...
Eu achei que conforme as crianças fossem crescendo eu teria mais tempo pra fazer minhas coisas.
Ledo engano! Os bichos consomem uma energia danada da gente.
Agora deram pra andar.
Liberdade cercada de perigos... mas, a gente se diverte!
Lembram da Swati Chanchani, aquela professora indiana que eu adorei quando fui pra lá?
Ela vem pela primeira vez ao Brasil, dar um workshop no próximo fim de semana.
Será meu primeiro curso de yoga desde minhas "férias".
Voltando as raízes...
Depois conto como foi.
Ledo engano! Os bichos consomem uma energia danada da gente.
Agora deram pra andar.
Liberdade cercada de perigos... mas, a gente se diverte!
Lembram da Swati Chanchani, aquela professora indiana que eu adorei quando fui pra lá?
Ela vem pela primeira vez ao Brasil, dar um workshop no próximo fim de semana.
Será meu primeiro curso de yoga desde minhas "férias".
Voltando as raízes...
Depois conto como foi.
domingo, abril 8
Oito meses depois...
Agora sim posso afirmar que minha prática voltou ao normal mesmo!
Pra dizer a verdade no 7º mês já consegui fazer urdhva dhanurasana ( a ponte, minha postura querida), uttanasana, trikonasana que tava difícil e virabhadrasana 1.
Esses asanas, assim como virabhadrasana 3, jatara parivartasana, ustrasana, salamba sarvangasana entre outros, são indicados pra depois dos 7 meses no Iyengar Yoga for Motherhood.
Eu achava que era por alguma questão especial, mas no meu caso, não sei se foi coincidência, não dava pra fazer nem com reza braba.
Urdhva dhanurasana, por exemplo, por mais que eu tentasse, não saia nem a fase preparatória (apoiando a cabeça no chão) quanto mais estender os braços...
A dor nos punhos que começou durante a gestação só sumiu acho que 6 meses depois do parto.
O encurtamento muscular também.
Desde minha 1ª aula, como vocês acompanharam, trikonasana era um enigma.
Eu não fazia ideia de como precisava de alongamento pra faze-lo.
Agora, a única coisa que tô esperando que desapareça é minha barriguinha.
Ela ainda não entendeu que é parte do passado e não me pertence mais. rsrsrs
Seguem fotinhos dos filhotes praticando alguns asanas...
domingo, março 18
As mãos curam?
Nesse fim de semana fiz um workshop de integração funcional, outra forma de trabalho do método Feldenkrais.
Nesse trabalho utilizamos as mãos como “meio de comunicação”.
Longe de ser uma massagem, a integração funcional reorganiza a nossa forma de se organizar.
Tem tanta subjetividade envolvida nisso, que cheguei a conclusão que é perda de tempo querer entender racionalmente o que acontece.
Uma das participantes (que é massoterapeuta) disse acreditar no poder das mãos, pois ela o sentia através do seu trabalho.
Dizer que eu acredito que “as mãos curam” ainda não posso dizer, mas que elas informam uma alternativa, sem dúvida informam.
| Roberto Liaskowsky, nuestro maestro |
http://robertoliaskowsky.blogspot.com.br
domingo, março 4
terça-feira, fevereiro 28
Treino???
O Circuito Vênus é nesse fim de semana e ainda não decidi se me arriscarei a correr ou, pela primeira vez, farei uma caminhada básica.
Treino de corrida que é bom não estou fazendo, mas em compensação, ando praticando com alguns elementos de treino funcional.
Tá dando certo!
Encontrei meu "core" (que andou perdido no último ano, rsrs) e também estou conseguindo equilibrar minhas assimetrias.
Agora, outra coisa na qual estou craque é subir as ladeiras aqui de casa empurrando os 16,5 kilos de Pedro e Valentina.
Caminhada vai dar pra fazer até de olho fechado.
| 16,5 kilos |
| Vrksasana com Ketlebell de 12kg |
| Virabhadrasana 3 com disco de equilíbrio |
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